BITING NAILS / ROER AS UNHAS

🇺🇸For a lot of people biting nails is a problem. Some people admit it’s a problem, but keep biting anyway. What do you think about it? Some say that biting nails reveals anxiety, insecurity or a self-destructive behavior. I think those conclusions only make the situation worse. 
I used to bite nails when I was around 10 years old. I hadn’t anxiety, no problems with security or wanted to destroy myself. I saw some people doing it and thought it was cool, so I started biting mine. I think I did for like 2 years and then I decided to stop. Now every time I look to my nails I remember that I bit them.
I’ve noted that when we bite nails it changes their shape. I can tell if someone bites nails just looking to them. Other interesting thing is when people stop biting they grow back normal. I’ve seen people that bit the nails very short then after stop, nails turned to normal shape.
We are the only ones who can change ourselves, but only for worse. When we do something against ourselves, that will affect us. If we don’t, we’ll be who we are.
Instead of trying to be what you are not, why don’t you just give a polish on what you are, keep it clean and well trimmed. The most we can change in ourselves is for the worse.
That’s it.
Denison
🇧🇷Para muitas pessoas, roer unhas é um problema. E tem algumas que admitem, mas continuam mordendo mesmo assim. O que você acha disso? Alguns dizem que roer unhas revela ansiedade, insegurança e até mesmo um comportamento autodestrutivo. Eu acho que essas conclusões só pioram a situação.
Eu costumava roer as unhas quando tinha cerca de 10 anos de idade. Eu não tinha ansiedade, não tinha problemas com segurança ou queria me destruir. Eu vi algumas pessoas fazendo isso e achei legal, então comecei a morder a minha. Acho que roí por uns 2 anos e depois decidi parar. Toda vez que olho para as minhas unhas, lembro que roía.
Notei que quando roemos as unhas, o formato delas muda. Sei dizer se alguém morde as unhas só de olhar. Outra coisa interessante é que quando as pessoas param de roer, as unhas voltam ao normal. Eu vi pessoas que roeram as unhas muito curtas, depois que pararam, as unhas voltaram.
Somos os únicos que podemos mudar a nós mesmos, mas apenas para pior. Quando fazemos algo contra nós, isso vai nos afetar. Se não, seremos quem somos.
Ao invés de tentar ser algo que não é, por que não passa um esmalte no que já é, mantenha limpo e bem cortado. O máximo que podemos mudar é pra pior.
É isso.
Denison
Advertisements

Foi pelo ralo abaixo…/Went down to the drain…

A impressão que eu tenho é que nos EUA não se usa muito ralo. Basicamente é no chuveiro. No Brasil tem ralo pra todo lado: chuveiro, banheiro, quintal, cozinha, corredor…
Sem querer julgar, eu entendo que isso é só uma questão de escolha.
Ralos podem ser bons pra eliminar coisas. As vezes precisamos disso. Água suja, pequenas sujeiras, precisam ir pro lugar ficar limpo. Já deu pra entender onde vou chegar. Têm sentimentos, pensamentos, rancor, negativismo, remorsos que precisamos eliminar e seria bom ter ralos pessoais pra nos livrarmos de tudo isso.
Mas, ralos podem ser negativos quando eles sugam boas coisas de nós. Precisamos de energia para enfrentar coisas ruins no caminho. Sabotamos a nós mesmos com expressões que sugam nossa energia sem notarmos. Coisas como: “tanto faz”, “tô cansado”, “não me importo”, e outras podem nos afetar. Deveríamos fechar os ralos e poupar energia mental e emocional.
Enquanto a vida segue, procure notar o que acontece e você vai saber quais ralos abrir e quais fechar.
É isso.
Denison
The impression that I have is drains are not very used in US. Basically we have them in the showers. In Brazil there’s drains everywhere: showers, bathrooms, yards, kitchens, halls…
Not judging here, I understand this is just a matter of choice.
Drains can be good by allowing things to go away. Sometimes we need that. Filthy water, little dirty, need to go away to keep the room clean. You can tell where I’m going here. There’re feelings, thoughts, grudge, negativism, regrets that have to be flushed away from life and it’ll be good if we can develop some personal drains to get rid of all of that.
But, drains can be negative when they suck down good things from us. We need energy to face bad things in our way. We can trap ourselves with expressions that drain our energy and not noting that. Things like: “whatever”, “I’m tired”, “I don’t care”, and others can really affect us. We should close the drains and save good mental and emotional energy.
While life is moving forward, just pay attention on what’s happing, and you’ll know which drains to open and which to close.
That’s it.
Denison

JIM THORPE

This is Jim Thorpe. You probably noted he’s wearing different socks and shoes. There’s nothing to do with fashion. It was the 1912 Olympics, and Jim, a Native American from Oklahoma represented the U.S. in track and field. Sadly his shoes were stolen right on the morning of his competitions. Luckily, Jim ended up finding two different shoes in a garbage can. That’s the pair that he’s wearing in the photo. But one of the shoes was too big, so he had to wear an extra sock. He went to the track wearing these shoes, Jim won two gold medals that day. What does that say to you? Sometimes we use excuses to justify our actions and decisions that are holding us back. Maybe life hasn’t been fair and what are you going to do about it today? Whatever you woke up with this morning; stolen shoes, ill health, failed relationships, this is a perfect reminder for you not to let it stop from running your race. You can experience more in life when you spend more of your energies getting on with living. At the end what will you get out of excuses? How many medals could you get from think and act positively? Put on your shoes and make your day! #inspiration #gotta #mindset
🇧🇷Este é Jim Thorpe. Você deve ter notado que ele está usando meias e sapatos diferentes. Não tem nada a ver com moda. Isso aconteceu nas Olimpíadas de 1912, e Jim, um nativo-americano de Oklahoma, representava os EUA no atletismo. Infelizmente seus sapatos foram roubados exatamente na manhã das competições. Por sorte, Jim encontrou dois diferentes numa lata de lixo. Esse é o par que ele está usando na foto. Mas um pé era maior que o outro e ele teve que colocar mais uma meia. Ele foi pra pista usando esses sapatos e ganhou duas medalhas de ouro naquele dia. O que isso diz pra você? As vezes usamos desculpas para justificar nossas ações e decisões que estão nos segurando de avançar. Talvez a vida não esteja sendo justa e o que você vai fazer a respeito hoje? Seja como você tenha acordado nesta manhã: sapatos roubados, problemas de saúde, relacionamentos fracassados, esta é uma perfeita lembrança para que você não deixe isso fazer você desistir da sua corrida. Você pode experimentar mais da vida quando você consome mais das suas energias desfrutando dela. Ao final, o que você vai ganhar com as suas desculpas? Quantas medalhas poderia conseguir pensando e agindo positivamente? Calce seus sapatos e ganhe o dia! #inspiração #busqueavitória #cabeçafeita

REACH (ALCANCE)

Essa música foi o tema do encerramento das Olimpíadas de 1996 em Atlanta, GA. A letra, a melodia, a performance tudo foi realmente sensacional. Gloria Estefan e o Morehouse College Glee Club tornaram o momento inesquecível. Acho que combina bem com as palavras de Isaías 40:28-31. Deus é quem nos ajuda a alcançar!

____________________________________________________________________________________________

This was 1996 Olympics’ closing ceremony theme song in Atlanta, GA. The lyrics, the melody, the performance, everything was really amazing. Gloria Estefan and the Morehouse College Glee Club turned the moment into something unforgettable. I think it agrees with the words in Isaiah 40:28-30. God is the One who helps us to reach!

Coloquei duas versões da música. Escolha a mais bonita, se conseguir!/I put tow versions of the song. Choose the most beautiful, if you can!:

A apresentação em Atlanta/The perfomance in Atlanta:

Original Video clip: