ANTENNA // ANTENA

🇺🇸 If someone says antenna, my mind goes to TV. I grew up in the 70’s with black&white TVs, with internal antennas, which were a challenge to get a good image. While we’re watching we need to change the antenna’s position time to time. I had to find the antenna’s position with almost a millimeter precision.
 Then the satellite TV came, with the dish antenna. The screen image was perfect at least if a wind storm did change the antenna’s position. Now we don’t thing about TVs when someone says antenna. Later, cellphones started to use antennas for better reception. They still use it, but it’s an in-bodied version of it. The image of an antenna inside our living room is getting lost. Today, we use think of antenna as a tower.
 Antennas are instruments for catching and sending signals, but they can’t interpret the signal. They are part of a more complex mechanism. Antenna, receiver and transmitter. The receive interprets the message’s code that’s is coming and the transmitter do the same for the sending message. I’ve seeing people who acts like an antenna. They live to catch what is happening. They like to know what people are talking and whom they are talking about. Most of the time they are not interested in understanding what’s really going on, they just want to know and talk to others about it. Usually, that doesn’t end up good.
 We live in the communication era and of course there’s a lot o things being said. The part we’re playing in this complex environment will contribute or not to communication and relationships. Did you get it?
That's it.
Denison 

🇧🇷 Se alguém fala de antena, minha mente pensa numa TV. Cresci nos anos 70 com TVs preto-e-branco, com antenas embutidas, que eram um desafio pra ter boa imagem. Tínhamos que ficar mexendo na antena durante os programas. Eu tinha que achar a posição da antena quase que milimetricamente.
 Então vieram as antenas parabólicas. A imagem era perfeita, pelo menos enquanto não dava um vendaval e tirava a antena da posição. Agora não pensamos em TVs quando falamos de antenas. Depois, celulares começaram a usar antenas para melhor recepção. Ainda usam, mas são uma versão embutida. A imagem de uma antena está sumindo da mente. Hoje, pensamos em antenas como torres.
 Antenas são instrumentos para capturar e enviar sinais, mas não para interpretar. São parte de um mecanismo complexo. Antena, receptor e transmissor. O receptor decodifica a mensagem que chega e o transmissor faz o mesmo com a mensagem que vai ser enviada. Já conheci pessoas que agem como se fossem antenas. Vivem para capturar o que está acontecendo. Gostam de saber o que estão falando e sobre quem estão falando. Na maior part do tempo não estão interessados no que realmente está acontecendo, apenas querem saber e falar para os outros. Normalmente, isso não termina bem.
 Vivemos na era da comunicação e claro, muita coisa está sendo dita. O papel que desempenhamos nesse ambiente complexo vai contribuir ou não com a comunicação e os relacionamentos. Captou?
É isso.
Denison 

MASSAGER BACKPACK // MOCHILA COM MASSAGEADOR

🇺🇸 We keep seeing new and wonderful things every day. Since humanity crossing the barriers of the Universe, until the discoveries in the nano world. Technology is allowing us to reach levels of knowledge ever expected, unless in the fiction movies. And we can still be surprised for what’s next to come.
 Besides that another amazing thing we see every day is the human creativity. It’s the ability to go beyond discoveries, the ability to make new things come up out of things that have always been around. Some of them seem silly, but that doesn’t stop us to admire human’s ability to bring new reality to live. Like the massager backpack. While you’re carrying weight on your back, you get a massage from your backpack.
 The inventor combined these two things, just putting some massager devices in the back side of the backpack. With a battery placed in the backpack interior, you can have a massage just with the touch of a bottom. The battery can be fed by the same charger that charges your cell phone. Of course the idea is to release the uncomfortable pain caused by carrying the backpack. Some will ask, “why did anybody invent that before?” Because we needed the proper technology and materials to do that. Somethings can’t just happen anytime. They need the right moment to became possible. Just like some attitudes in life.
 It’s not a waiting if we are looking for the right time. If you have to push, do it to get to the right conditions to make things happen, or to say what you want to, or to do what you think is the best to be done. 
That's it.
Denison 

🇧🇷 Cada dia vemos novas e impressionantes coisas. Desde a humanidade cruzando as barreiras do Universo, até as descobertas no mundo nano. Tecnologia está permitindo alcançar níveis de conhecimento jamais esperados, a não ser em filmes de ficção. E ainda tem mais coisas por vir.
 Além disso, outra impressionante coisa que vemos cada dia é a criatividade humana. É a habilidade de ir além das descobertas, de fazer com que novas coisas surjam das que já existem. Algumas podemos achar bobas, mas isso não impede de admirar a habilidade humana em trazer nova realidade à vida. É como a mochila com massageador. Enquanto carrega peso nas costas, ganha uma massagem.
 Quem inventou combinou essas duas coisas, apenas colocando uns aparelhos de massagem na parte de trás da mochila. Com uma bateria interna, você pode receber uma massagem apertando um botão. A bateria é carregada com o mesmo carregador do celular. Claro que a idéia é aliviar o desconforto da dor de carregar a mochila. Alguém pode perguntar: “por que não inventaram antes?” Porque não tínhamos nem a tecnologia, nem os materiais necessários pra isso. Algumas coisas não acontecem qualquer hora. Elas precisam do momento certo para se tornarem possíveis. Igual a algumas atitudes na vida.
 Não é uma espera se você busca o momento certo. Se tem que forçar, force para criar as condições ideais para as coisas acontecerem, para dizer o que quer, ou para fazer o que acha que deve ser feito.
É isso.
Denison 

ONLINE GRADES // NOTAS ONLINE

🇺🇸 Are we dominated by technology already? Maybe not like in Matrixx movie, but more like we are allowing technology to get our attention more than we should. We create this need and keep justifying with defensive arguments. This battle will still go on until we find a healthful way to use it in our daily routine.
 There’re two things I consider intriguing on this subject: There’re so many articles and videos warning us about the excessive use of technology and how can we access them? Through technology. Does it make sense? The other is about how much adults blame children for being addicted on using smartphones, but adults are as much addicted as children. The difference is children don’t care of justifying their addiction.
 Recently I’ve read an article about schools adopting to share students’ grades online so parents can have immediate access to them and that can help the parents to work on their children’s academic progress. Now they noticed the parents are becoming obsessive about checking the grades all the time. I would hate is they have this online system when I was in middle school. My mom would drive me crazy more than she did. So it seems that even good reasons can bring new problems. For me is evident the problem is not on the devices, but in how we’re managing our own life. How can we get the best of all worlds?
 We can’t. We have limits. There’re things we can only get if we give up another one. It’s a self-discipline issue and we're losing it. There’s a cure for that. But who likes to take medicine? That is another problem.
That's it.
Denison 

🇧🇷 Já estamos dominados pela tecnologia? Talvez não como no filme Matrixx, mas mais como deixando a tecnologia dominar nossa atenção mais do que devia. Criamos essa necessidade e ficamos justificando com argumentos defensivos. Essa guerra vai terminar quando encontrarmos um jeito saudável de usá-la.
 Têm duas coisas que me intrigam nisso: Existem tantos artigos e vídeos alertando sobre o uso excessivo da tecnologia e como podemos acessa-los? Através da tecnologia. Isso faz sentido? A outra coisa é o quanto os adultos acusam as crianças de serem viciadas em usar smartphones, mas adultos usam tanto quanto as crianças. A diferença é que as crianças não se importam em justificar sua dependência.
 Recentemente li um artigo sobre escolas adotando o sistema de acesso online às notas dos estudantes, assim os pais podem ver imediatamente a nota e acompanhar o desenvolvimento dos filhos. Agora notaram que os pais estão ficando obsecrados em ficar checando as notas o tempo todo. Eu odiaria se tivesse esse sistema quando eu estivesse no ensino fundamental. Minha mãe ia me enlouquecer mais do que fazia. Parece que bons motivos podem criar novos problemas. É evidente que o problema não está nos aparelhos, mas em como lidamos com eles. Da pra ter o melhor de todas as coisas?
 Não da. Temos limites. Certas coisas só teremos se abrirmos mão de outra. Questão de auto-disciplina e estamos perdendo isso. Existe cura, mas quem gosta de tomar remédio? Aí já é outro problema. 
É isso.
Denison 

PLUGGING INTO THE OUTLET // LIGANDO NA TOMADA

🇺🇸 Since humanity learned how to use electricity our live has been changed. Nights became a new part of our time and people have a lot to discover on it. We started to do things faster, used resources to supporting live, since freezers to hospital machines. Electricity keep things running around us.
 Now it seems we can’t live anymore without outlets around us. People come to new places, get inside cars and the first question is: do you have an outlet? When we build buildings we plan to have lots of outlets available in the walls. Even though we still plug adaptors on the outlets so we can connect more devices on them. It’s totally part of our life in almost everything we do.
 Even a very common thing like plugging things into outlets is facing a transformation. Now we have wireless charges ou inductive charging. This old technology is now being used to fulfill its original purpose, when James C. Maxwell predicted electricity would be shared wirelessly, in 1864. Old habits will be living with new ones. Sometimes is the best way to adapt, to engage into transformation. The more we can connect ourselves into how live is changing, the better we’ll find out the best way to enjoy life. Specially because we don’t know how much we’re going to live and how many new things we’ll see in life.
 Every time you plug something into the outlet, or place it on a wireless charger consider, how plugged are you into life? It’s not possible to live in the future, it’s complicated to live stuck in the time that has passed.
That's it.
Denison 

🇧🇷 Desde que a humanidade aprendeu a usar a eletricidade a vida mudou. As noites se tornaram uma nova parte de nossas horas e as pessoas querem muito descobrir mais sobre elas. Fazemos coisas mais rápido, amparemos a vida com geladeiras até aparelhos hospitalares. A vida segue com a eletricidade.
 Agora parece que não conseguimos viver sem tomadas ao redor. Pessoas chegam a novos lugares, entram em carros e logo querem saber onde tem uma tomada. Quando construímos prédios planejamos muitas tomadas pelas paredes. Até plugamos adaptadores nas tomadas para podermos conectar mais aparelhos nelas. Já é parte de nossa vida em quase tudo que fazemos.
 Mesmo algo tão comum como ligar na tomada está sendo transformado. Temos carregadores sem fio. Essa velha tecnologia está sendo usada para cumprir seu propósito original, como predisse James C. Maxwell, em 1864. Velhos hábitos e novos hábitos vão conviver. As vezes a melhor maneira de adaptar é se envolver com a transformação. Quanto mais pudermos nos conectar com as mudanças da vida, melhor descobriremos como melhor desfruta-la. Especialmente porque não o quanto ainda iremos viver, nem quantas novas coisas veremos na vida.
 Toda vez que ligar algo na tomada, ou colocar no carregador sem fio considere, quão plugado está com a vida? Não da pra viver no futuro e é complicado viver preso a um tempo que já passou. 
É isso.
Denison