STRAINER // COADOR

🇺🇸 When I was a kid we use to drink a different kind of milk that people drink today. It was a “more real” milk. In fact, I drank milk right from the cow’s tit, even today’s kids find disgusting. Milk used to come in glass bottles or bags and they had more fat than today’s milk.
 My mom used to boil the milk for us to drink, which was something that I hated. I always preferred cold milk for a one simple reason: the cream! That was more disgusting than the fresh milk from the cow. That sticky gross skin on the top of the milk was the terror! I refused to drink milk with that, even when my mom put chocolate on it, which was worse because I could see even the tiny little pieces of the cream. So I had to pour down the milk in my glass using a trainer to keep the cream out of my glass and out of my sight!
 The strainer used to be like a savior to me. And this is the word I’d like to write about it today, STRAINER. It’s an object made to filter, to separate one element from another, basically solid from liquid. It has thin crossed wires creating little tiny holes so the liquid can be flown away while the solid is kept in the strainer. It was good for me in my childhood, it can be good for people anytime. There’re things we can’t avoid, but we don’t want or can’t keep them. We need to have a kind of “personal strainer” that allows us to filter what we really need from what we don’t need, because all we need is to retain is what is good.
 Plant this word in your mind and let it flourish in time of making choices on what to keep and what to let go. By the way, my mom ate the the cream spread in the bread. Gross for me, good for her. Who knows?
That’s it.
Denison 

🇧🇷 Quando era criança o leite que bebíamos era meio diferente do de hoje. Era um leite “mais de verdade”. Na verdade, já bebi até leite direto da vaca, embora as crianças hoje achem nojento. O leite vinha em garrafas de vidro ou sacos e tinham mais gordura dos que os de hoje.
 Minha mãe costumava ferver o leite, o que eu odiava. Sempre preferi leite frio por uma simples razão: a nata! Era a coisa mais nojenta do que beber leite da vaca. Aquela película grudenta e esquisita no topo do leite era um terror! Me recusava a beber leite com nata, mesmo que ela colocasse Nescau, o que era pior porque com Nescau eu podia ver os pedacinhos da nata. Eu tinha que colocar o leite no copo usando um coador pra nata ficar fora do meu copo e fora da minha vista!
 O coador era uma espécie de salvador pra mim. E essa é a palavra que quero falar hoje, COADOR. É um objeto feito para filtrar, separar um elemento de outro, basicamente sólido de líquido. Tem fios finos cruzados formando pequenos orifícios para o líquido passar e o sólido ficar. Era maravilhoso pra mim quando criança e pode ser bom para pessoas sempre. Existem coisas que não podemos evitar, mas que não queremos nem podemos ficar. Precisamos ter um tipo de “coador pessoal” que nos permita filtrar o que realmente precisamos do que não precisamos, porque tudo que precisamos é reter o que é bom.
 Plante essa palavra na sua mente e deixe florescer quando tiver que escolher entre o que ficar e o que deixar ir. A propósito, minha mãe comia a nata no pão. Nojento pra mim, gostoso pra ela. Vai entender!
É isso. 
Denison 

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